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quarta-feira, 28 de novembro de 2012
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Cooperativas adotam estratégia para reduzir a produção de frango no PR
As
cooperativas que trabalham com a produção integrada de frango diminuem o
ritmo das atividades no oeste do Paraná. Por causa da redução, as aves
ficam nos alojamentos mais tempo do que o normal em muitas propriedades
da região.
Os criadores que trabalham no sistema de integração, com as
cooperativas do oeste do Paraná, ainda passam por um momento de ajuste.
Os avicultores que fornecem frango para a Coopavel, a cooperativa de
Cascavel, está tendo que ficar com as aves mais tempo no alojamento.
Os frangos, com 43 dias, estão praticamente no ponto de abate.
Normalmente, os animais são levados para o frigorífico com 46 dias. Mas o
período de engorda passou de 50 para 52 dias. Para o produtor
integrado, isso significa mais mão-de-obra e gasto com energia elétrica.
Os frangos ficam quase uma semana a mais nos galpões porque o
frigorifico da cooperativa não está conseguindo no momento colocar no
mercado toda a produção. No sistema de integração, fica para o produtor a
despesa da energia, água e mão-de-obra. A cooperativa fornece os
pintinhos e a ração.
A retenção dos frangos nas granjas é uma medida de emergência. No
médio prazo, o objetivo é reduzir a produção. "A cooperativa está
tomando suas providências baixando a produção em torno de 10%. Nós
abatíamos 220 mil aves ao dia e agora estamos abatendo 200 mil aves ao
dia. Com isso, estamos enfrentando parte da crise gerada pelo aumento no
custo do frango", diz Dilvo Grolli, presidente da Coopavel.
Fonte: Portal G1
Amazonas produz 50 milhões de ovos ao mês
Dos frutos provenientes da agropecuária, apenas na produção de ovos o Amazonas é autosuficiente. Por mês são produzidos cerca de 50 milhões – a maioria em Manaus e municípios da Região Metropolitana – de unidades e o setor gera renda para 20 mil pessoas.
No entanto, na cadeia produtiva há uma série de gargalos a serem superados desde o início da prática da cultura no Amazonas, na década de 60. O maior entrave se dá nos insumos, especificamente, no consumo de milho pelos produtores para a produção da ração. O Amazonas não cultiva em grande escala milho, que é comprado de outros Estados.
O Estado conta atualmente com 80 granjas, a maioria delas instaladas na Região Metropolitana de Manaus. Os trabalhadores têm renda que variam de um salário mínimo a R$ 1,2 mil. O setor foi alavancado por imigrantes japoneses. Na década de 80, o Amazonas tinha cerca de 5 mil aves produzindo 200 mil ovos/mês, em média. Hoje, são cerca de 2 milhões de aves com produção estimada em 50 milhões de ovos ao mês.
Na avaliação do presidente da Associação Amazonense de Avicultura, Shigeteru Sakamoto, o setor vai bem e tem fomentado outras culturas, como a de hortaliças, através da utilização do esterco. “Porém, por não produzir insumos no Amazonas perdemos rescursos e quando o Estado entra na negociação dos preços afeta de modo negativo o setor”, disse.
A ração para alimentar as aves, que têm vida média de quatro anos, leva milho (62%), farelo de soja (25%), cálcio (7%), farinha de carne (6%) e ainda vitaminas. “Falta vontade política para fomentar a avicultura e agricultura no Amazonas. Só se fala em Zona Franca. É estranho, mas enfrentamos os mesmos problemas que na década de 70 quando cheguei no Amazonas”, explicou Sakamoto.
Segundo ele, a saca de 60 quilos do produto vindo de Rondônia ou Mato Grosso custava em outubro de 2011 entre R$ 32 a R$ 34, hoje, varia entre R$ 40 a R$ 42. Por mês o Estado consome mais ou menos 5 mil toneladas de milho. Os avicultores precisam ainda se programar quanto ao trânsito deste insumo que leva em média 20 dias para chegar a Manaus. A mesma dificuldade é enfrentada em relação aos demais insumos.
Sem possibilidade
Segundo o titular da Secretaria de Produção, Eron Bezerra, não há a mínima possibilidade dos produtores que cultivam milho produzirem para a avicultura. “É simples. Um hectare de milho verde rende até R$ 10 mil, enquanto que, o milho seco apenas R$ 2 mil”.
Milho para consumo humano
Além da produção de ovos na Região Metropolitana de Manaus, outros 26 municípios do Amazonas investem no setor de avicultura. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), isso corresponde a um total de 825 cadastrados.
Entre eles está a produtora familiar, Rita de Andradre Moreira, que tem uma granja em Tefé com 1.500 aves e que produz pouco mais de mil ovos por dia. O produto é vendido para a comunidade e o valor da dúzia é de R$ 3,50. Por mês, ela e o marido têm renda de R$ 3 mil.
Ainda segundo a Conab, a representatividade do Amazonas na produção de milho é de 0,03% em relação aos demais Estados brasileiros. A expectativa da instituição é que o ano encerre com uma produção de quase 37 toneladas de grãos de milho.
De acordo com o secretário da Sepror, Eron Bezerra, essa produção é utilizada para consumo humano e em 45 dias, após a plantação, os frutos já podem ser colhidos.
Fonte: A Crítica (de Manaus/AM)
terça-feira, 23 de outubro de 2012
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Afinal é SÓ UMA PONTE...
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Tecnologia reestrutura produção de frango
Nas últimas três décadas, a avicultura
brasileira se transformou. De uma atividade de subsistência, foi alçada à
condição de protagonista e é hoje uma das mais modernas e competitivas
do mundo, conferiu a Expedição Avicultura, após rodar o Paraná.
O avanço ocorreu não apenas devido à ampliação do plantel e do abate de aves, mas à constante evolução tecnológica do setor. O progresso começou com a genética e ‘contaminou' todo o processo produtivo. Para produzir 13 milhões de toneladas da carne, o setor precisa de menos de um mês. Na década de 70 essa era a produção de um ano todo.
O melhoramento genético após a introdução de linhagens híbridas norte-americanas, ainda na década de 60, trouxe preocupações com a nutrição e o manejo, permitindo melhoras significativas nos principais índices técnicos da atividade, como a conversão alimentar, a idade de abate e o índice de mortalidade. Se há trinta anos uma ave precisava comer dois quilos de ração e demorava quase dois meses para atingir o peso ideal de abate (na época 1,8 kg), hoje é possível produzir um frango de 2,5 quilos em pouco mais de um mês. E com apenas 1,7 quilos de ração.
Outro diferencial da avicultura brasileira foi a adoção dos chamados sistemas integrados de produção, uma espécie de parceria entre empresa e os produtores, na qual o criador recebe todos os insumos (pintos de um dia, ração, medicamentos e orientação técnica) e se encarrega da criação e engorda das aves até a idade de abate, recebendo como pagamento um valor previamente negociado. O sistema funciona como uma espécie de amortecedor, dando mais segurança ao produtor em momentos de crise.
"Nos últimos trinta anos, houve uma evolução muito grande nas áreas de manejo, nutrição, sanidade. Agora estamos na década da ambiência", considera Rodrigo Rotta, presidente da Granja Real, empresa de Pato Branco (Sudoeste do Paraná) especializada na produção de ovos férteis e pintainhos de um dia.
"Além da sanidade, que é uma obrigação, e da nutrição, o bem-estar animal é um dos pilares mais importantes do tripé responsável pela evolução da avicultura", reforça o produtor Mércio Francisco Paludo, de Palotina (Oeste). Ele relata que atualmente há uma preocupação muito grande com a temperatura, ventilação, iluminação dos aviários, o número de frangos por galpão, disponibilidade de comedouros e bebedouros, oferta de alimentos, debicagem e acompanhamento sistemático de ganho de peso. "Quem ganha com isso é o consumidor", conclui.
O principal desafio do setor a partir de agora está fora da porteira, considera o presidente da Copacol (Cafelândia), Valter Pitol. "Os Estados Unidos estão colocando o produto deles muito mais barato no mercado. Precisamos pensar em soluções compartilhadas com a iniciativa privada para diminuir os nossos custos logísticos, sob o risco de perdermos mercado", alerta.
Fonte: http://www.aviculturaindustrial.com.br/noticia/tecnologia-reestrutura-producao-de-frango/20120829082650_B_079
O avanço ocorreu não apenas devido à ampliação do plantel e do abate de aves, mas à constante evolução tecnológica do setor. O progresso começou com a genética e ‘contaminou' todo o processo produtivo. Para produzir 13 milhões de toneladas da carne, o setor precisa de menos de um mês. Na década de 70 essa era a produção de um ano todo.
O melhoramento genético após a introdução de linhagens híbridas norte-americanas, ainda na década de 60, trouxe preocupações com a nutrição e o manejo, permitindo melhoras significativas nos principais índices técnicos da atividade, como a conversão alimentar, a idade de abate e o índice de mortalidade. Se há trinta anos uma ave precisava comer dois quilos de ração e demorava quase dois meses para atingir o peso ideal de abate (na época 1,8 kg), hoje é possível produzir um frango de 2,5 quilos em pouco mais de um mês. E com apenas 1,7 quilos de ração.
Outro diferencial da avicultura brasileira foi a adoção dos chamados sistemas integrados de produção, uma espécie de parceria entre empresa e os produtores, na qual o criador recebe todos os insumos (pintos de um dia, ração, medicamentos e orientação técnica) e se encarrega da criação e engorda das aves até a idade de abate, recebendo como pagamento um valor previamente negociado. O sistema funciona como uma espécie de amortecedor, dando mais segurança ao produtor em momentos de crise.
"Nos últimos trinta anos, houve uma evolução muito grande nas áreas de manejo, nutrição, sanidade. Agora estamos na década da ambiência", considera Rodrigo Rotta, presidente da Granja Real, empresa de Pato Branco (Sudoeste do Paraná) especializada na produção de ovos férteis e pintainhos de um dia.
"Além da sanidade, que é uma obrigação, e da nutrição, o bem-estar animal é um dos pilares mais importantes do tripé responsável pela evolução da avicultura", reforça o produtor Mércio Francisco Paludo, de Palotina (Oeste). Ele relata que atualmente há uma preocupação muito grande com a temperatura, ventilação, iluminação dos aviários, o número de frangos por galpão, disponibilidade de comedouros e bebedouros, oferta de alimentos, debicagem e acompanhamento sistemático de ganho de peso. "Quem ganha com isso é o consumidor", conclui.
O principal desafio do setor a partir de agora está fora da porteira, considera o presidente da Copacol (Cafelândia), Valter Pitol. "Os Estados Unidos estão colocando o produto deles muito mais barato no mercado. Precisamos pensar em soluções compartilhadas com a iniciativa privada para diminuir os nossos custos logísticos, sob o risco de perdermos mercado", alerta.
Fonte: http://www.aviculturaindustrial.com.br/noticia/tecnologia-reestrutura-producao-de-frango/20120829082650_B_079
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