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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Cooperativas adotam estratégia para reduzir a produção de frango no PR


As cooperativas que trabalham com a produção integrada de frango diminuem o ritmo das atividades no oeste do Paraná. Por causa da redução, as aves ficam nos alojamentos mais tempo do que o normal em muitas propriedades da região.
Os criadores que trabalham no sistema de integração, com as cooperativas do oeste do Paraná, ainda passam por um momento de ajuste. Os avicultores que fornecem frango para a Coopavel, a cooperativa de Cascavel, está tendo que ficar com as aves mais tempo no alojamento.
Os frangos, com 43 dias, estão praticamente no ponto de abate. Normalmente, os animais são levados para o frigorífico com 46 dias. Mas o período de engorda passou de 50 para 52 dias. Para o produtor integrado, isso significa mais mão-de-obra e gasto com energia elétrica.
Os frangos ficam quase uma semana a mais nos galpões porque o frigorifico da cooperativa não está conseguindo no momento colocar no mercado toda a produção. No sistema de integração, fica para o produtor a despesa da energia, água e mão-de-obra. A cooperativa fornece os pintinhos e a ração.
A retenção dos frangos nas granjas é uma medida de emergência. No médio prazo, o objetivo é reduzir a produção. "A cooperativa está tomando suas providências baixando a produção em torno de 10%. Nós abatíamos 220 mil aves ao dia e agora estamos abatendo 200 mil aves ao dia. Com isso, estamos enfrentando parte da crise gerada pelo aumento no custo do frango", diz Dilvo Grolli, presidente da Coopavel.
Fonte:  Portal G1

Amazonas produz 50 milhões de ovos ao mês

Dos frutos provenientes da agropecuária, apenas na produção de ovos o Amazonas é autosuficiente. Por mês são produzidos cerca de 50 milhões – a maioria em Manaus e municípios da Região Metropolitana – de unidades e o setor gera renda para 20 mil pessoas.
No entanto, na cadeia produtiva há uma série de gargalos a serem superados desde o início da prática da cultura no Amazonas, na década de 60. O maior entrave se dá nos insumos, especificamente, no consumo de milho pelos produtores para a produção da ração. O Amazonas não cultiva em grande escala milho, que é comprado de outros Estados. 
O Estado conta atualmente com 80 granjas, a maioria delas instaladas na Região Metropolitana de Manaus. Os trabalhadores têm renda que variam de um salário mínimo a R$ 1,2 mil. O setor foi alavancado por imigrantes japoneses. Na década de 80, o Amazonas tinha cerca de 5 mil aves produzindo 200 mil ovos/mês, em média. Hoje, são cerca de 2 milhões de aves com produção estimada em 50 milhões de ovos ao mês. 
Na avaliação do presidente da Associação Amazonense de Avicultura, Shigeteru Sakamoto, o setor vai bem e tem fomentado outras culturas, como a de hortaliças, através da utilização do esterco. “Porém, por não produzir insumos no Amazonas perdemos rescursos e quando o Estado entra na negociação dos preços afeta de modo negativo o setor”, disse. A ração para alimentar as aves, que têm vida média de quatro anos, leva milho (62%), farelo de soja (25%), cálcio (7%), farinha de carne (6%) e ainda vitaminas. “Falta vontade política para fomentar a avicultura e agricultura no Amazonas. Só se fala em Zona Franca. É estranho, mas enfrentamos os mesmos problemas que na década de 70 quando cheguei no Amazonas”, explicou Sakamoto. 
Segundo ele, a saca de 60 quilos do produto vindo de Rondônia ou Mato Grosso custava em outubro de 2011 entre R$ 32 a R$ 34, hoje, varia entre R$ 40 a R$ 42. Por mês o Estado consome mais ou menos 5 mil toneladas de milho. Os avicultores precisam ainda se programar quanto ao trânsito deste insumo que leva em média 20 dias para chegar a Manaus. A mesma dificuldade é enfrentada em relação aos demais insumos.
Sem possibilidade 
Segundo o titular da Secretaria de Produção, Eron Bezerra, não há a mínima possibilidade dos produtores que cultivam milho produzirem para a avicultura. “É simples. Um hectare de milho verde rende até R$ 10 mil, enquanto que, o milho seco apenas R$ 2 mil”. 
Milho para consumo humano 
Além da produção de ovos na Região Metropolitana de Manaus, outros 26 municípios do Amazonas investem no setor de avicultura. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), isso corresponde a um total de 825 cadastrados. 
Entre eles está a produtora familiar, Rita de Andradre Moreira, que tem uma granja em Tefé com 1.500 aves e que produz pouco mais de mil ovos por dia. O produto é vendido para a comunidade e o valor da dúzia é de R$ 3,50. Por mês, ela e o marido têm renda de R$ 3 mil. Ainda segundo a Conab, a representatividade do Amazonas na produção de milho é de 0,03% em relação aos demais Estados brasileiros. A expectativa da instituição é que o ano encerre com uma produção de quase 37 toneladas de grãos de milho. 
De acordo com o secretário da Sepror, Eron Bezerra, essa produção é utilizada para consumo humano e em 45 dias, após a plantação, os frutos já podem ser colhidos. 
Fonte: A Crítica (de Manaus/AM)

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Afinal é SÓ UMA PONTE...





                                                Afinal é SÓ UMA PONTE...
 

 


 


 

VEJAM COMO A MATEMÁTICA PODE SER CRUEL.. 
 
Há uma semana, o governo da China inaugurou a ponte da baía de Jiaodhou, que liga o porto de Qingdao à ilha de Huangdao. Construído em quatro anos, o colosso sobre o mar tem 42 quilômetros de extensão e custou o equivalente a R$2,4 bilhões.

Há uma semana, o DNIT escolheu o projeto da nova ponte do Guaíba, em Ponte Alegre , uma das mais vistosas promessas da candidata Dilma Rousseff. Confiado ao Ministério dos Transportes, o colosso sobre o rio deverá ficar pronto em quatro anos. Com 2,9 quilômetros de extensão, vai engolir R$ 1,16 bilhões.

Intrigado, o matemático gaúcho Gilberto Flach resolveu estabelecer algumas comparações entre a ponte do Guaíba e a chinesa. Na edição desta segunda-feira, o jornal Zero Hora publicou o espantoso confronto númerico resumido no quadro abaixo:





Os números informam que, se o Guaíba ficasse na China, a obra seria concluída em 102 dias, ao preço de R$ 170 milhões. Se a baía de Jiadhou ficasse no Brasil, a ponte não teria prazo para terminar e seria calculada em trilhões. Como o Ministério dos Transportes está arrendado ao PR, financiado por propinas, barganhas e permutas ilegais, o País do Carnaval abrigaria o partido mais rico do mundo.

Corruptos existem nos dois países, mas só o Brasil institucionalizou a impunidade. Se tentasse fazer na China uma ponte como a do Guaíba, Alfredo Nascimento daria graças aos deuses se o castigo se limitasse à demissão.

Dia 19/07/11, o Tribunal chinês sentenciou a execução de dois prefeitos que estavam envolvidos em desvio de verba pública.

(Adotada esta prática no Brasil, teríamos que eleger um Congresso por ano)


Vamos fazer esta mensagem chegar a todos os Brasileiros




quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Tecnologia reestrutura produção de frango

Nas últimas três décadas, a avicultura brasileira se transformou. De uma atividade de subsistência, foi alçada à condição de protagonista e é hoje uma das mais modernas e competitivas do mundo, conferiu a Expedição Avicultura, após rodar o Paraná.
O avanço ocorreu não apenas devido à ampliação do plantel e do abate de aves, mas à constante evolução tecnológica do setor. O progresso começou com a genética e ‘contaminou' todo o processo produtivo. Para produzir 13 milhões de toneladas da carne, o setor precisa de menos de um mês. Na década de 70 essa era a produção de um ano todo.
O melhoramento genético após a introdução de linhagens híbridas norte-americanas, ainda na década de 60, trouxe preocupações com a nutrição e o manejo, permitindo melhoras significativas nos principais índices técnicos da atividade, como a conversão alimentar, a idade de abate e o índice de mortalidade. Se há trinta anos uma ave precisava comer dois quilos de ração e demorava quase dois meses para atingir o peso ideal de abate (na época 1,8 kg), hoje é possível produzir um frango de 2,5 quilos em pouco mais de um mês. E com apenas 1,7 quilos de ração.
Outro diferencial da avicultura brasileira foi a adoção dos chamados sistemas integrados de produção, uma espécie de parceria entre empresa e os produtores, na qual o criador recebe todos os insumos (pintos de um dia, ração, medicamentos e orientação técnica) e se encarrega da criação e engorda das aves até a idade de abate, recebendo como pagamento um valor previamente negociado. O sistema funciona como uma espécie de amortecedor, dando mais segurança ao produtor em momentos de crise.
"Nos últimos trinta anos, houve uma evolução muito grande nas áreas de manejo, nutrição, sanidade. Agora estamos na década da ambiência", considera Rodrigo Rotta, presidente da Granja Real, empresa de Pato Branco (Sudoeste do Paraná) especializada na produção de ovos férteis e pintainhos de um dia.
"Além da sanidade, que é uma obrigação, e da nutrição, o bem-estar animal é um dos pilares mais importantes do tripé responsável pela evolução da avicultura", reforça o produtor Mércio Francisco Paludo, de Palotina (Oeste). Ele relata que atualmente há uma preocupação muito grande com a temperatura, ventilação, iluminação dos aviários, o número de frangos por galpão, disponibilidade de comedouros e bebedouros, oferta de alimentos, debicagem e acompanhamento sistemático de ganho de peso. "Quem ganha com isso é o consumidor", conclui.
O principal desafio do setor a partir de agora está fora da porteira, considera o presidente da Copacol (Cafelândia), Valter Pitol. "Os Estados Unidos estão colocando o produto deles muito mais barato no mercado. Precisamos pensar em soluções compartilhadas com a iniciativa privada para diminuir os nossos custos logísticos, sob o risco de perdermos mercado", alerta.

Fonte: http://www.aviculturaindustrial.com.br/noticia/tecnologia-reestrutura-producao-de-frango/20120829082650_B_079

terça-feira, 31 de julho de 2012

Ovo, o alimento completo.

O ovo é um alimento completo, perdendo apenas para o leite materno em qualidade nutricional para humanos. Oferecimento: Ubabef

quarta-feira, 11 de julho de 2012

"Frango com hormônio não existe": Veja a participação do zootecnista Antônio Gilberto Bertechini no programa Roda Viva

 Artigoretirado de: http://www.aviculturaindustrial.com.br/noticias/frango-com-hormonio-nao-existe-veja-a-participacao-do-zootecnista-antonio-gilberto-bertechini-no-programa-roda-viva/20120710140145_L_813




Transgênicos, orgânicos e funcionais. Você sabe o que significam cada uma dessas classificações? O certo é que já foi comprovado por cientistas que somos o que comemos, e daí a importância de se saber como cada um desses tipos de alimentos agem no organismo humano. Antônio Gilberto Bertechini, zootecnista e professor da Universidade Federal de Lavras, foi o centro do Roda Viva no dia 9 de julho e falou sobre o assunto. Os mitos da nutrição de aves para produção de carne e ovos e a relação da alimentação com a saúde foram o ponto central do debate. O mito do colesterol no ovo e a concentração de selênio nos alimentos e no soro humano também foram abordados. O especialista destaca que a população consegue manter uma alimentação mais regrada nos dias de hoje e revela o aumento de cerca de 50% no consumo carnes. “Nós podemos dizer que o povo brasileiro vem se alimentando muito bem nos últimos 20 anos e de forma um pouco mais regrada em algumas áreas, mas desregradas em outras. Só para se ter uma ideia, há 20 anos atrás o brasileiro consumia de 15 a 16 kg de frango por ano. Hoje, o brasileiro está consumindo 47 kg”. O que resultou nesse aumento foi o maior poder aquisitivo da população, a mudança nos tipos de alimentos e da qualidade dos produtos oferecidos no mercado. “A nossas carnes são rastreadas, produzidas com alta tecnologia, de altíssima qualidade nutricional. Vemos como um todo uma redução da mortalidade e um aumento da longevidade do brasileiro”. Mito ou verdade? O excesso de agrotóxicos que os frangos consomem podem transformá-los em um alimento cancerígeno? “Esse é um mito que consideramos um mito da ignorância, porque a qualidade de carne de frango brasileira é a melhor do mundo, pois se utiliza toda a rastreabilidade da produção”. Bertechini explica que o câncer é multifatorial, o que significa que não é causado por um tipo de carne consumida. Segundo o especialista, o animal é produzido com basicamente milho e farelo de soja. Mas ele ainda destaca que a qualidade do produto também decorre de um trabalho de melhoramento genético, interversão repudiada por especialistas naturalistas. O frango que antes da mutação genética continha cerca de 700gr de peito, uma quantia bem inferior aos 1,2 kg após a interversão. O professor também revela que a história do hormônio na carne é um outro mito dos alimentos. “Não existe hormônio em carne de frango e não se usa o hormônio. E não é porque a avicultura é boazinha não, porque se funcionasse as indústrias usariam para acelerar mais o crescimento da ave. Mas não usam porque não funciona”. Apresentado pelo jornalista Mario Sergio Conti, o Roda Viva contou, para esta edição, com uma bancada formada por André Murad (oncologista); Alexandre Mansur (editor de tecnologia e ciência da revista Época); Lúcia Helena de Oliveira (diretora do título Saúde e do Movimento Emagreça Brasil, da editora Abril); Tobias Ferraz (repórter agropecuário e âncora do canal Terraviva, do grupo Bandeirantes); Ana Maria Pita Lottenberg (nutricionista da disciplina de Endocrinologia da Faculdade de Medicina da USP). O Roda Viva também teve a participação do cartunista Paulo Caruso.