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sábado, 15 de fevereiro de 2014
Galo gigante
A criação de galos da raça indio gigante no interior de MS, mostram animais de mais de 6Kg e mais de Um metro, do bico a unha.
Uma produção bastane lucrativa, uma vez que um pintainho de 40 dias chega a R$35,00 e um adulto a R$180,00 ja a duzia de ovos, a R$80,00.
confira aí.
domingo, 11 de agosto de 2013
A carne de porco está no topo das opções saudáveis
O porco, quem
diria, é alvo de preconceito no Brasil. Tomando por base um dos últimos
levantamentos sobre como a carne suína é vista e apreciada por aqui —
realizado pela Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto, com 480
pessoas de quatro estados — dá para dizer que a maioria ainda a evita
por considerá-la pra lá de gordurosa e transmissora de doenças. Essa
percepção remete ao passado do porco, que, até a década de 1960,
costumava ser criado em meio à lama e à sujeira, comendo restos e
detritos. De lá para cá muita coisa mudou: o bicho ficou mais limpinho e
enxuto. E o ramo da nutrição nos convoca a rever conceitos na hora de
ir ao açougue ou fazer o pedido no restaurante.
Pra começo de conversa, a dieta dos rebanhos se tornou bem mais balanceada. Nada de lavagens. O cardápio dos chiqueiros modernos inclui ração de milho e farelo de soja, com vitaminas e minerais. Graças a ela, a carne suína ganhou teores mais brandos de gordura e uma porção de micronutrientes vantajosos ao corpo humano. "No passado, um animal bom para o abate pesava cerca de 300quilos. Hoje ele não passa dos 90", conta o zootecnista Elsio Figueiredo, da Embrapa Suíno e Aves, em Santa Catarina. Para completar, os criadouros, antes imundos, foram cimentados e higienizados, respeitando regras de vigilância sanitária cada vez mais rígidas.
Somadas à manipulação genética, todas essas mudanças renderam uma redução de 31% na gordura, 14% nas calorias e 10% no colesterol presentes na carne de porco — sem falar na queda brusca no número de parasitas abrigados ali. Esses avanços, no entanto, ainda passam despercebidos pela maior parte dos brasileiros. Apesar de o consumo nacional ter crescido 28% nos anos 2000, isso é pouco se compararmos com o resto do mundo: a procura global subiu 87%. Ao virar a página, você vai entender por que não faltam motivos para seguir a tendência internacional e convidar as peças suínas a figurarem mais vezes na sua mesa.
Muito além do sabor e da textura marcantes, os cortes suínos abundam em vitaminas, potássio, zinco e ferro. "E suas proteínas têm alto valor biológico, renovando as fibras musculares do nosso organismo", diz a nutricionista Renata Alves, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo. As vitaminas do complexo B prezam as atividades cerebrais, enquanto o potássio regula a pressão e o zinco fortalece as defesas.
A gordura saturada, tão ligada ao entupimento dos vasos, tomava conta da carne de porco do passado. Depois que a espécie passou por aquele regime, virou um reduto de outro tipo de gordura, a insaturada, benvinda por resguardar as artérias. É lógico que o bacon e o torresmo, até pelo preparo, não são bons exemplos dessa inversão de valores: eles continuam um poço de calorias e gordurebas nocivas. Já a bisteca e o lombo... "O lombo suíno, que é o corte mais magro, faz frente a qualquer carne de vaca ou frango", elogia o bioquímico Jorge Mancini, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo. Tantas vantagens justificam uma proposta de lei em tramitação na Câmara, que quer tornar a carne de porco obrigatória nas merendas escolares.
No momento de comprar, o conselho é ficar atento aos selos do Ministério da Agricultura e dos órgãos de controle sanitário, que comprovam a segurança e a qualidade do produto. "Também se recomenda deixar as carnes bem cozidas para afastar problemas com micro-organismos", diz a nutricionista Renata Bressan, da capital paulista. São cuidados que garantem a redenção completa da carne de porco — na panela ou no churrasco.
É branca ou vermelha?
Embora seja mais clara que a bovina, a carne suína é tachada de vermelha. A diferença de cor se explica pelo perfil da irrigação sanguínea dos dois animais. "No porco, a quantidade de hemoglobina, o pigmento avermelhado, é menor", diz o veterinário Luciano Roppa.
Texto copiado de: http://saude.abril.com.br/edicoes/0363/nutricao/carne-porco-740414.shtml
Pra começo de conversa, a dieta dos rebanhos se tornou bem mais balanceada. Nada de lavagens. O cardápio dos chiqueiros modernos inclui ração de milho e farelo de soja, com vitaminas e minerais. Graças a ela, a carne suína ganhou teores mais brandos de gordura e uma porção de micronutrientes vantajosos ao corpo humano. "No passado, um animal bom para o abate pesava cerca de 300quilos. Hoje ele não passa dos 90", conta o zootecnista Elsio Figueiredo, da Embrapa Suíno e Aves, em Santa Catarina. Para completar, os criadouros, antes imundos, foram cimentados e higienizados, respeitando regras de vigilância sanitária cada vez mais rígidas.
Somadas à manipulação genética, todas essas mudanças renderam uma redução de 31% na gordura, 14% nas calorias e 10% no colesterol presentes na carne de porco — sem falar na queda brusca no número de parasitas abrigados ali. Esses avanços, no entanto, ainda passam despercebidos pela maior parte dos brasileiros. Apesar de o consumo nacional ter crescido 28% nos anos 2000, isso é pouco se compararmos com o resto do mundo: a procura global subiu 87%. Ao virar a página, você vai entender por que não faltam motivos para seguir a tendência internacional e convidar as peças suínas a figurarem mais vezes na sua mesa.
Muito além do sabor e da textura marcantes, os cortes suínos abundam em vitaminas, potássio, zinco e ferro. "E suas proteínas têm alto valor biológico, renovando as fibras musculares do nosso organismo", diz a nutricionista Renata Alves, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo. As vitaminas do complexo B prezam as atividades cerebrais, enquanto o potássio regula a pressão e o zinco fortalece as defesas.
A gordura saturada, tão ligada ao entupimento dos vasos, tomava conta da carne de porco do passado. Depois que a espécie passou por aquele regime, virou um reduto de outro tipo de gordura, a insaturada, benvinda por resguardar as artérias. É lógico que o bacon e o torresmo, até pelo preparo, não são bons exemplos dessa inversão de valores: eles continuam um poço de calorias e gordurebas nocivas. Já a bisteca e o lombo... "O lombo suíno, que é o corte mais magro, faz frente a qualquer carne de vaca ou frango", elogia o bioquímico Jorge Mancini, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo. Tantas vantagens justificam uma proposta de lei em tramitação na Câmara, que quer tornar a carne de porco obrigatória nas merendas escolares.
No momento de comprar, o conselho é ficar atento aos selos do Ministério da Agricultura e dos órgãos de controle sanitário, que comprovam a segurança e a qualidade do produto. "Também se recomenda deixar as carnes bem cozidas para afastar problemas com micro-organismos", diz a nutricionista Renata Bressan, da capital paulista. São cuidados que garantem a redenção completa da carne de porco — na panela ou no churrasco.
É branca ou vermelha?
Embora seja mais clara que a bovina, a carne suína é tachada de vermelha. A diferença de cor se explica pelo perfil da irrigação sanguínea dos dois animais. "No porco, a quantidade de hemoglobina, o pigmento avermelhado, é menor", diz o veterinário Luciano Roppa.
Texto copiado de: http://saude.abril.com.br/edicoes/0363/nutricao/carne-porco-740414.shtml
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Mercado chinês vendia frango vencido há 46 anos
A operação policial foi realizada na cidade de Nanning, no sul da China, onde 20 toneladas de pés de frango congelados, grande parte me péssimas condições de armazenamento. Algumas peças, por exemplo, traziam datas da década de 60.
A descoberta em questão foi muito comentada nas redes sociais chinesas, com fortes críticas à falta de controle dos alimentos no país, mas também com ironia, já que os internautas passaram a usar o termo "pés de frango zumbi" para se referir à mercadoria apreendida.
Muitos destes produtos eram importados ilegalmente de outros países vizinhos, tendo em vista que Nanning se encontra muito próxima à fronteira com o Laos e Vietnã, e processados em fábricas chinesas, onde eram vendidos para diferentes regiões do país.
Algumas destas peças de frango eram conservadas em peróxido de hidrogênio, um aditivo ilegal, para atrasar sua data de vencimento e dar-lhe um aspecto de "recente", assinalaram responsáveis de segurança pública de Nanning ao jornal "China Daily".
Fonte:http://www.aviculturaindustrial.com.br/noticia/rede-chinesa-vendia-frango-vencido-ha-46-anos/20130711083626_P_563
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Pato geneticamente modificado é “pai” de um frango
Se houvesse algum tipo de “teste de fidelidade” no mundo animal, esse
caso seria difícil de explicar: recentemente, no Laboratório Central de
Pesquisa Veterinária em Dubai (Emirados Árabes), um pato engravidou uma
galinha e, disso, nasceu um frango.
O curioso experimento teve início quando o pato ainda era um embrião e
a equipe de pesquisadores injetou em seus órgãos reprodutivos células
de frango que dão origem a gametas (espematozoides e óvulos). Quando o
pato cresceu, começou a produzir esperma de frango.
De acordo com o cientista Mike McGrew, que colabora com a equipe, o
objetivo final é “usar esse sistema para propagar espécies em risco de
extinção ou, potencialmente, trazer de volta uma extinta”. McGrew,
inclusive, faz parte do Instituto Roslin (Escócia), onde foi clonada a
ovelha Dolly.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Programa confirmou inexistência de hormônio em frango, diz Ubabef
Estudo do Ministério da Agricultura não encontrou substâncias.
Crença dos hormônios no frango ainda permanece entre os consumidores.
Os resultados do Programa Nacional de Controle de Resíduos e
Contaminantes para produtos de origem animal (PNCRC/Animal), divulgados
no Diário Oficial da União pelo Ministério da Agricultura, demonstraram a
inexistência da utilização de hormônios na criação de frangos do
Brasil.
Segundo o presidente executivo da União Brasileira de Avicultura
(Ubabef), Francisco Turra, em nota, "o levantamento promovido pelo
Ministério é o principal atestado sobre o elevado padrão produtivo da
avicultura brasileira". Conforme o estudo, que realizou 3,7 mil análises
em aves voltadas para o consumo do mercado interno e para a exportação,
o resultado foi negativo para betagonistas e substâncias de ação
anabolizante, de uso proibido no país, em todas as amostras.
Segundo o diretor técnico da Ubabef, Ariel Antônio Mendes, também em
comunicado, a eficiência da produção de frangos é baseada em três
fatores: genética de ponta, ração balanceada e excelentes condições de
criação.
"A seleção natural de características geneticamente favoráveis nas
aves, a ração brasileira à base de milho e soja e a alta tecnologia
empregada para a as condições ambientais dos galpões de criação é que,
de fato, fazem a produção de carne de frango um processo rápido",
explicou.
Porém, a crença dos hormônios no frango ainda permanece entre os
consumidores. Pesquisa encomendada pela Ubabef a um instituto de
referência, que tratou sobre hábitos de consumo do brasileiro, mostrou
que 72% da população ainda acredita que hormônios sejam utilizados na
criação de frangos. A entidade vai promover uma campanha para tentar
reverter esse quadro, com base nas características do produto nacional.
Copiado de: http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2013/04/programa-confirmou-inexistencia-de-hormonio-em-frango-diz-ubabef.html terça-feira, 2 de abril de 2013
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Aviário de alvenaria reduz a mortalidade de aves
A avicultura é um setor que se encontra em
franco desenvolvimento no país e em busca de novas técnicas que
proporcionem o crescimento de produção e a diminuição de perdas no
setor. Em busca disso o estado do Paraná foi o primeiro a investir em
aviários com paredes de alvenaria que aumentam a produtividade em cada
lote de aves.Muito usada em aviários do continente europeu e nos dos Estados Unidos. Segundo técnicos da Canção, empresa do Grupo Frangos Canção do Paraná, a técnica das paredes de alvenaria reduz em 3% a mortalidade das aves. “A técnica consiste na construção de duas paredes de alvenaria nas laterais dos aviários, com lajotas de barro. Isso garante uma qualidade térmica muito grande, evitando que a radiação solar seja passada para o interior o aviário”, afirma Aguinaldo Bulla, gestor do departamento de expansão e integração do Frangos Canção.
O investimento neste modelo aviário é maior que os tradicionais. “A
diferença maior está em sair da cortina convencional para as paredes de
alvenaria, e vale a pena salientar que este tipo de obra não terá a
necessidade de troca de paredes, ou seja, o custo benefício com o passar
do tempo é fantástico”, garante Bulla.Para melhorar a ambiência dentro dos barracões, a instalação de exaustores é uma boa opção. Os exaustores aumentam a troca de ar dentro dos barracões.
Fonte: O Presente Rural
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